
Eu gostaria tanto de fazer parte daquilo que eles são, mas aquela aproximação, que eu não sei como fazer, me deixa tão confusa, tenho medo de não saber expressar o que há em mim, e acabar sendo insensível e isso é inadmissível. Talvez não sofrer tanta cobrança seria bom, mas neste caso, e em muitos outros diversos casos, todos somos vilões pois sinto essa cobrança vindo de mim mesma também, o que mais uma vez volta o problema á mim e á mais ninguém.
Acabei por ver que se quero que o mundo mude, devo começar mudando a mim mesma, e vejo essa fase com tanta frequência que já estou á me cansar, porém agora ela é diferente, agora ela passou á fazer sentido literalmente. Levo comigo um dogma que julgo ser eterno (mas como todo julgamendo pode ser equivocado, e provavelmente irá se modificar em um futuro qualquer), um hábito de acreditar que o impossível não passa de uma questão de opnião e a vida em uma visão planisférica depende do seu referencial, toda moeda tem duas faces e toda situação é capaz de se reverter. Não goze da cara do destino, não brinque com a vida hoje se não quiser que amanhã ela seja um playground, e esse é um ensinamento que eu faço questão de levar para minha vida, para a vida de quem eu amo e de quem eu não amo, afinal, no fim todos nós vamos acabar por descobri-la.
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