"Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar." Clarice Lispector
quinta-feira, 3 de março de 2011
As diferenças do amor .
Ao escrever linhas e mais linhas e ao desabafar com as folhas de papel, eu cheguei a conclusão de que o amor nunca é dado de maneira igual. De que sempre um ama mais do que o outro, e por consequência, um sempre sofre mais.Sempre haverá um que derramará mais lágrimas, que se ferirá mais, que se magoará mais. Talvez pelas perguntas frequentes de “será que ele(a) me ama, como eu o(a) amo?”, ou pelas próprias palavras de quem tem amor inferior ao seu.Cheguei a conclusão, que queria que o nosso amor fosse distribuído de forma igual para ambos, para que pudéssemos sentir do mesmo jeito, se magoar do mesmo jeito, pensar do mesmo jeito. Pode ser que me irritaria tanta igualdade, já que a diversidade é bela, mas assim saberíamos o que dizer e o que não dizer. Não jogaríamos palavras ao vento, não feriríamos uma vez mais o coração do outro.Dizem que um dos dois sempre ama mais… antes não fosse eu. !
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